A Prefeitura de Andradina intensificou as ações de fiscalização e orientação relacionadas ao uso de pipas e de linhas com materiais cortantes, especialmente durante os meses de agosto e setembro, período em que a prática costuma aumentar. As medidas estão sendo implementadas pela Subsecretaria de Segurança Pública Municipal que trabalha em parceria com a Polícia Militar, representada pelo comandante do policiamento em Andradina, Capitão Ilton, através da Atividade Delegada.
De acordo com o subsecretário de Segurança Pública Municipal, Rogério Fagundes Vilhalva, as equipes da Atividade Delegada, formadas por policiais militares, realizam diariamente fiscalizações nos locais onde a prática é mais frequente. Quando identificadas irregularidades, são aplicadas as medidas previstas na legislação municipal, desde que a situação não configure em crimes previstos no Código Penal Brasileiro.
Entre os pontos que recebem maior atenção em Andradina estão o prolongamento da avenida Guanabara, o bairro Castanheira, praças e campos de futebol municipais. Nesses locais, o trabalho inclui patrulhamento, orientação aos praticantes e, quando necessário, autuação.
“Além da fiscalização, a Prefeitura e a Polícia Militar também estão promovendo ações educativas nas escolas municipais através da Atividade Delegada. Durante agosto e setembro, policiais militares ligados ao Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) realizam palestras e orientações para estudantes sobre a prática segura de empinar pipas. Nestas palestras estão envolvidos pessoalmente o Subtenente Vieira, Sargento Donegatti, e os coordenadores do Proerd, Cabo Gula, Cabo Medeiros e Soldado Isis Veloso”, disse.
As atividades abordam a escolha de locais adequados, os cuidados necessários para evitar acidentes, os riscos de danos materiais e os perigos à integridade física de outras pessoas. Também são reforçadas as orientações sobre a proibição e os riscos associados ao uso de linhas com materiais cortantes, como o cerol. As ações fazem parte de uma atuação preventiva da segurança municipal em parceria com a Polícia Militar, com atenção especial aos períodos e locais de maior concentração de praticantes
“A proposta é combinar fiscalização e educação para reduzir acidentes e conscientizar crianças e adolescentes sobre os cuidados necessários durante a brincadeira. A preocupação envolve não apenas quem empina a pipa, mas também motociclistas, ciclistas, pedestres e outras pessoas que podem ser atingidas pelas linhas”, explicou Fagundes.