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MAR
16
16 MAR 2026
OBRAS
Secretário de Obras rebate críticas sobre pavimentação no bairro Planalto
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Após críticas publicadas em rede social por uma vereadora sobre a situação das ruas do bairro Planalto após as chuvas, o secretário municipal de Obras, o engenheiro Geraldo Pilla, divulgou uma manifestação técnica sobre o assunto, rebatendo o que classificou como críticas infundadas e sem critério.

Segundo ele, é necessário separar opiniões políticas de avaliações técnicas quando se analisa a qualidade de uma obra de pavimentação. “A avaliação da qualidade de uma obra de pavimentação não pode ser feita por percepção visual ou opinião política. Ela deve seguir parâmetros técnicos estabelecidos em normas brasileiras”, afirmou.

Pilla explicou que existem pontos de atenção que estão sendo monitorados permanentemente pela equipe da Secretaria de Obras para verificar se haverá necessidade de algum tipo de intervenção de engenharia ao longo do tempo.

Sobre a alegação de que o asfalto teria sido executado sem planejamento ou com baixa qualidade, o secretário destacou que esse tipo de avaliação exige critérios objetivos. De acordo com ele, fatores como espessura da camada, tipo de mistura asfáltica — como o CBUQ — e o nível de compactação são parâmetros técnicos fundamentais.

Ele ressaltou que não é possível afirmar que um pavimento foi mal executado sem a realização de procedimentos técnicos específicos. “Seriam necessárias sondagens, extração de corpos de prova e ensaios laboratoriais. Sem esses dados, qualquer afirmação é meramente opinião sem critério técnico”, disse.

Em relação às críticas sobre a ausência de bocas de lobo nas vias, o secretário explicou que nem toda obra de pavimentação exige esse tipo de estrutura. Segundo ele, o sistema de drenagem pode funcionar por diferentes soluções, como sarjetas, meio-fio, dissipação lateral ou até drenagem natural, dependendo das características da área.

“A implantação de bocas de lobo depende de estudo hidrológico e de projeto de drenagem urbana. Nem toda pavimentação requer esse dispositivo. Em muitos casos, o escoamento superficial é garantido por meio de declividade transversal da via e sarjetas”, esclareceu.

O secretário também destacou que não é possível incluir estruturas desse tipo sem previsão técnica no projeto de engenharia da obra.
Por fim, Pilla orientou que dúvidas sobre obras públicas sejam encaminhadas diretamente à Secretaria de Obras. Segundo ele, a pasta conta com corpo técnico qualificado para prestar esclarecimentos à população.
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