As feiras livres fazem parte da rotina e da história de Andradina. Presentes em diferentes bairros e distribuídas ao longo de todos os dias da semana, elas mantêm uma tradição que aproxima produtores, comerciantes e consumidores, além de oferecer uma alternativa para a compra de alimentos frescos e produtos artesanais.
A programação começa no domingo, com a Feira Central, realizada na esquina da Rua Ceará com a Rua Rodrigues Alves, das 6h às 12h.
Na terça-feira, a feira ocupa a Praça Stella Maris, das 17h às 22h. Na quarta, é a vez da Praça Japão, no bairro Passarelli, que recebe os feirantes no mesmo horário. Às quintas-feiras, a programação acontece na Praça Stélio Machado Loureiro, em frente à Escola Teodoro Andrade, das 17h às 22h.
As sextas-feiras c sob o Viaduto Miguel Cury, conhecido como Miguelão, a atividade ocorre das 12h às 19h. Encerrando a programação semanal, a feira de sábado é realizada na Praça Walter Ramalho Miranda, no bairro Santa Cecília, das 6h às 12h.
Segundo o secretário da Agricultura, Fabrício Mazzoti, mais do que espaços de compra e venda, as feiras livres representam pontos tradicionais de convivência. Entre bancas de frutas, verduras, legumes, alimentos preparados, produtos artesanais e outros itens, moradores encontram comerciantes conhecidos e preservam hábitos que atravessam gerações.
A presença das feiras em diferentes regiões também contribui para aproximar esse comércio dos moradores dos bairros, fortalecendo a circulação de pessoas e a economia local. Para os produtores e feirantes, os espaços representam uma oportunidade de comercialização direta; para os consumidores, significam acesso a produtos variados e, muitas vezes, adquiridos diretamente de quem produz.
Com uma programação distribuída de terça a domingo Andradina mantém viva uma tradição que combina comércio, alimentação, cultura e convivência. As feiras livres seguem, assim, como parte da identidade da cidade e do cotidiano de seus moradores.
Fotos: Feira do Teodoro
Crédito Fabrício Carvalho