Ir para o conteúdo

Prefeitura de Andradina e os cookies: nosso site usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Ao continuar você concorda com a nossa Política de Cookies e Privacidade.
ACEITAR
PERSONALIZAR
Política de Cookies e Privacidade
Personalize as suas preferências de cookies.

Clique aqui e consulte nossas políticas.
Cookies necessários
Cookies de estatísticas
SALVAR
Prefeitura de Andradina
Acompanhe-nos:
Rede Social Facebook
Rede Social Instagram
Rede Social Whatsapp
Notícias
ABR
13
13 ABR 2026
SAÚDE
CROSS do SUS organiza transferências e prioriza casos mais graves
receba notícias
Sistema do Estado define para onde o paciente vai, com base em avaliação médica e não por decisão da cidade
Quando um paciente precisa de um atendimento mais complexo, como uma vaga em UTI ou uma cirurgia especializada, é a CROSS, do SUS no Estado de São Paulo, que entra em ação para organizar a transferência.

Muita gente pensa que existe uma fila simples ou que a decisão depende da prefeitura ou do hospital, mas não é assim que funciona. A CROSS atua como uma central do Estado que analisa cada caso e define, com base em critérios médicos, qual paciente deve ser atendido primeiro e para onde ele será encaminhado.

De acordo com o médico e diretor técnico da Santa Casa de Andradina, Raphael Marques Pugliese, o sistema não segue ordem de chegada. “Não é uma fila comum. É uma análise médica. O município informa o caso, e a CROSS avalia onde tem vaga e quem precisa mais naquele momento”, explicou.

Como começa o pedido
Tudo começa no hospital ou na UPA onde o paciente está. Se o médico percebe que ali não tem estrutura para aquele atendimento, ele faz a avaliação e classifica a gravidade do caso.

Depois disso, a equipe lança as informações no sistema do Estado, com todos os dados do paciente. A partir daí, o caso passa a ser responsabilidade da CROSS.

Quem decide é o Estado
Os pedidos são avaliados por médicos reguladores que trabalham 24 horas por dia. São eles que analisam cada situação e definem a prioridade.

Segundo Pugliese, essa é uma das partes mais importantes de entender. “Não é a prefeitura nem o hospital que escolhe para onde o paciente vai ou quando ele será transferido. Essa decisão é dos médicos da CROSS”, afirmou.

Enquanto o paciente aguarda, o hospital precisa atualizar o sistema sempre que houver mudança no quadro de saúde. Isso ajuda na reavaliação e pode até mudar a prioridade.

Para onde o paciente vai
Depois da análise, a CROSS procura uma vaga disponível. Primeiro, tenta na própria região. Mas, se não tiver leito — principalmente de UTI —, o paciente pode ser levado para outras cidades ou até para a Grande São Paulo.

O tempo de espera varia bastante. Em muitos casos, depende da liberação de vagas, o que acontece quando outro paciente recebe alta.

“O sistema funciona o tempo todo. A vaga aparece conforme vai liberando espaço na rede. Não dá para cravar um tempo exato”, explicou o médico.

Quem está mais grave vai primeiro
O principal critério da CROSS é a gravidade. Ou seja, quem está em pior estado passa na frente, mesmo que outras pessoas estejam esperando há mais tempo.

Esse modelo ajuda a usar melhor as vagas disponíveis e garante que os casos mais urgentes sejam atendidos primeiro.

Para o diretor da Santa Casa, entender isso faz diferença. “Às vezes a população acha que é demora ou falta de ação, mas existe todo um sistema técnico trabalhando para salvar vidas e atender quem mais precisa primeiro”, concluiu.
Seta
Telefone: (18) 3702-1000
Endereço: Rua: Santa Terezinha, n° 626 | CEP: 16901-006
Atendimento de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 16h30
CNPJ: 44.428.506/0001-71
Prefeitura de Andradina
Versão do Sistema: 3.4.5 - 08/01/2026
Copyright Instar - 2006-2026. Todos os direitos reservados - Instar Tecnologia Instar Tecnologia