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SET
29
29 SET 2009
Prefeitura perde 14 toneladas de "piche" em suspeita de sabotagem
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Foram levados os registros justamente dos três tanques carregados com a emulsão asfáltica

A Prefeitura de Andradina perdeu 14 toneladas de emulsão asfáltica, conhecida popularmente como piche, em uma suspeita de sabotagem ocorrida durante a noite de domingo.

Os tanques com a emulsão ficam em uma área cercada na avenida Barão do Rio Branco, no bairro Passarelli.

A suspeita de sabotagem foi levantada pela equipe de obras porque foram retirados justamente os registros dos três tanques que estavam carregados com o material que serve de ligante para o asfalto.

Os tanques vazios permaneceram intactos.

Segundo o coordenador geral do município, José Carlos Gasparelli, outro fator que reforça a suspeita de crime é que para retirar o registro é necessário o uso de ferramentas apropriadas.

O prejuízo é de aproximadamente R$ 15 mil e deixará o serviço de tapa-buraco paralisado por aproximadamente duas semanas, até a chegada de nova emulsão.

"É lamentável esse tipo de ato, ainda mais depois das fortes chuvas que tivemos na cidade e que já causou grandes prejuízos ao município", comentou Gasparelli.

A emulsão seria utilizada para melhorar a pavimentação de cerca de 10 quarteirões das ruas Iguaçu, na Vila Botega, e da 21 de Abril e Ceará, no bairro Passarelli.

O dano foi percebido quando a equipe que trabalha no tapa-buraco chegou no local por volta das 7h30, desta segunda-feira (28 de setembro), e encontrou a emulsão escorrendo pela terra com os tanques já praticamente vazios.

De imediato a Prefeitura acionou a Polícia Militar, registrou ocorrência no 1º Distrito Policial, e chamou também a Polícia Ambiental para avaliação de danos ambientais.

O delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Tadeu Aparecido Carvalho Coelho, esteve no local e já começou a averiguar possibilidades para tentar encontrar os autores.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Hermenegildo Gildão de Oliveira, o único dano ambiental aparente foi no solo, sem risco de contaminação do lençol freático e nem de escorrer para algum curso de água.

"Ainda vamos fazer uma vistoria mais detalhada a respeito dos danos ambientais, mas aparentemente teremos apenas que remover o solo; levantamos que essa emulsão já é própria para impermeabilizar o chão para aplicação do asfalto então ela endurece e não penetra a ponto de contaminar o lençol freático", disse o secretário.

A atual administração anunciou que já vinha fazendo o levantamento de áreas para remover os tanques e que apesar de deixar um guarda fazendo ronda na área vai providenciar um para cuidar exclusivamente da emulsão asfáltica.

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